
Poderíamos dizer que “está na moda”, saber escolher o que mais combina com a personalidade de cada um, e também seu biotipo. Estilo é saber escolher, de toda a variedade da moda, o que mais nos representa.
Sempre costumo dizer, que a moda é um reflexo da cultura da sociedade do momento e o estilo é quando eu inserido nessa sociedade olho e tiro da moda aquilo que me identifico o que e quem eu sou. Nos anos 50, estar na moda significava que você pertencia a uma sociedade – ou você se vestia como a alta costura autoritariamente mandava ou você não contava; dos anos 60 até os 90, estar na moda representava uma posição diante do establishment (cultura clássica vs. contracultura); dos anos 90 para cá, estar na moda é saber mostrar a individualidade, é ter estilo próprio.

A mulher passou dessa fase de alto-afirmação em seu novo mundo de poder e conquistas. Precisava resgatar agora suas origens de mulher.
A mulher assumiu suas paixões e desejos, assumiu ser feliz e agora, esta na busca da harmonia e felicidade.
Os movimentos egotransgressores das meninas jovens, também nos sinalizam isso. As meninas passaram pelo punk, pelo emo e agora estão beirando o gótico chic e as lolitas. Na verdade cada vez mais se tornam mais românticas.
















